Música e meditação para o desenvolvimento pessoal

A Linguagem NeuroMusical realiza a iniciação musical do aprendiz de dentro para fora, isto é, da vida musical em seu íntimo para sua eventual socialização.

Os iniciados em música podem assim aprimorar a sua percepção de modo inovador e facilitado, e acessar nova identidade artística, espelhada em experiências criativas e profundas.

A Linguagem convida à escuta do som original OM e suas frações, que constituem o Alfabeto Sonoro. A prática sugerida conduz a um estado meditativo, que leva à desidentificação com os pensamentos e traz a atenção para o Ser.

 

O que é a Linguagem NeuroMusical?

É um sistema musical e meditativo que relaciona os símbolos zodiacais com os Sons Divinos.

Os Sons Divinos se agrupam em um Alfabeto Sonoro, cuja poética é impecavelmente descrita pelos arquétipos zodiacais. Os símbolos zodiacais representam os harmônicos da explosão original, o Big Bang. Nas imagens que evocam, eles transmitem as qualidades únicas de cada um dos 12 Sons Divinos à consciência. Os símbolos zodiacais são símbolos sonoros.

Esta linguagem é NeuroMusical porque ocorre uma neurocomunicação, caracterizada pela cognição intuitiva – a audição interna dos sons – ao serem visualizadas as imagens arquetípicas, que traduzem com perfeição o sabor auditivo de cada som divino do OM.

A conscientização dos Sons Divinos é o objetivo da Linguagem NeuroMusical, porque eles são a medida de tudo, inclusive do ser encarnado.

Ao se apropriar das qualidades sonoras, os Sons Divinos, o aprendiz não apenas se move em direção à maestria musical, mas também à sabedoria da arte de viver momento a momento.

Com a prática viva da meditação, que passa a realizar, ele percebe a correspondência entre os sons e os estados de consciência que experimenta. Isso o conduz ao autoconhecimento, ao bem-estar geral, à maestria de si mesmo.

A intimidade com esses sons facilita o aprendizado de qualquer instrumento ou canto.

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Pequena amostra do Ensaio 1

Os Sons Divinos

A Arte Musical se desenvolve no campo de um modelo sonoro irradiado da origem do universo. Essa origem é conhecida como Verbo na Bíblia, e noutras culturas como Centelha Divina, Big Bang, ou, como expressa a civilização védica em seu símbolo ancestral: OM.

origem das notas musicais

OM

A explosão origina 12 arquétipos sonoros fixos no eixo das Quatro Direções, que são os quatro pontos cardeais Norte-Sul-Leste-Oeste: OM. Esses 12 arquétipos sonoros são os Sons Divinos, chamados de Intervalos, na Teoria Musical.

As Quatro Direções com os 12 pontos fixos

As frequências espiralam no eixo dos arquétipos, para frente ou para trás, e giram o arco-íris da Linguagem Universal da Música eternamente.

O eixo dos Intervalos é perpétuo.

As frequências, tonalidades ou cores atribuídas aos Intervalos, se revezam em suas posições, que são fixas.

Uma canção pode ser observada sob dois aspectos definitivos. De um lado, a sua melodia é perpétua. Parabéns Pra Você para sempre será Parabéns Pra Você. Porém, a frequência principal em que ela se pode desenvolver é mutável. Ela poderá ser cantada um pouco mais no grave, ou um pouco mais no agudo, o que implicará numa mudança de frequência, no trânsito de uma para outra região do espectro sonoro.

É secundário saber em que frequência principal a canção se desenvolve. Nesta iniciação, o importante é saber que a melodia da canção não se modificará ao se escolher esta ou aquela frequência, pois o eixo dos sons musicais é inalterável, fixo, perpétuo, a sua tonalidade é que poderá variar, conforme a oportunidade.

A dimensão perpétua do campo sonoro é o cerne do treinamento. A sua conscientização é que facilitará a maestria na Arte Musical.

Essa conscientização se realiza por meio de ensaios musicais.

Os ensaios acontecem em dois momentos: No primeiro, a busca do Divino; no segundo, as questões teóricas são contempladas, concluindo no ‘momento saregama’, onde fixamos os sons divinos por meio da entoação sagrada. A seguir, uma visão geral dos assuntos a serem abordados.

Os ensaios são quatro ao todo. Em cada um deles será focado um dos quatro primeiros Intervalos da Oitava. No momento saregama do primeiro ensaio, enfatizamos Sa (a).

OBS.: A maioria das pessoas possui a capacidade natural de interagir com os sons e os ritmos. Há entretanto aquelas cujas sinapses não se completam. Essas podem ter dificuldade em reconhecer os sons e/ou o ritmo, e talvez precisem por isso recorrer a algum método diferenciado de aprendizado da arte musical.


Próximos ensaios do Nível 1

Ensaio 2: A Razão Áurea

O ponto de fusão entre as duas notas mais importantes do modelo OM, a medida correspondente ao Intervalo de Quinta, é destacado. Na Linguagem NeuroMusical, ela é chamada nota ‘Pai’, enquanto a nota geradora é chamada nota ‘Mãe’, seguindo a lógica da metáfora frequencial contida no símbolo OM.

Momento saregama: o Intervalo ‘Re’ (c) é entoado.

Ensaio 3: A Oitava é uma Trezena

Em sua íntegra, a Oitava é uma Trezena. Neste ensaio, a fusão da visão neuromusical com a teoria convencional é iniciada.

Momento saregama: o Intervalo ‘Ga’ (e) é praticado.

Ensaio 4: Os símbolos zodiacais e a música

A coerência entre os arquétipos contidos nos símbolos zodiacais e os Intervalos sonoros do modelo OM é observada e desenvolvida.

Momento saregama: o Intervalo ‘ma’ (f) é enfatizado.