Brasileirinho, com sotaque indiano

A modalidade Violão Cósmico é um casamento sonoro de cavaquinho com violão, e de Brasil com Índia. Concebida por Arun.

Fruto da busca de Arun por mais harmonia na relação instrumentista-instrumento. A modalidade nasceu por meio de uma afinação ‘áurea’, que liga o cavaquinho ao violão e, simultaneamente, nos conforta com aquela sonoridade típica dos instrumentos da cultura védica milenar.

O som da combinação contida nessa afinação facilita o relaxamento entre a riqueza do imaginário sonoro brasileiro, Ocidental, e a eterna consonância dos instrumentos védicos, Oriental.

Esse som consonante das cordas soltas nos leva ao imediato deleite,  promovendo, assim, o aprendizado. Especialmente para os adultos, que sempre quiseram aprender música, mas ficaram no meio do caminho.

Na Universidade das Artes, em Berlim, Arun conheceu a modalidade ‘violão oitava’, através de seu professor, Carlo Domeniconi. Arun implementou uma mudança na estrutura do instrumento, que o deixa soando como um instrumento da cultura védica.

Sua portabilidade é mais um atrativo que vale a pena mencionar.

O nome violão cósmico foi inspirado no livro Cosmoterapia: A Cura dos Males Humanos pela Consciência Cósmica, de Huberto Rohden.

Arun leciona violão fazendo a ponte de sua metodologia com a técnica tradicional.
Veja mais sobre Arun, em biografia Arun.

Importância cultural do violão cósmico:

O estudo do violão clássico, cujo grau de dificuldade é superado apenas pelo do violino, pode ser muito estressante para a maior parte de seus estudiosos.

O que a modalidade ‘violão cósmico’ vem a contribuir no estudo da música é a afinação áurea proposta, que  nos dá uma confortante sensação de repouso  e nos permite:

Primeiro, um tipo de prática não-mecânica, imensamente prazerosa ao aprendiz.

Segundo, devido a sua correlação direta com a afinação do cavaquinho e do violão tradicional, nos permite estar integrados ao legado cultural brasileiro.

Gil cósmico

Esse dueto em um só instrumento, que pode ser traduzido como ‘samba meditativo’, nos possibilita um enorme equilíbrio entre o fazer mecânico ensinado nas escolas de música e o não-fazer, que a sonoridade áurea pode nos proporcionar, quando entendemos o que é ‘meditação’, ‘dhyan’, ‘zen’.

 

Importância artística:

Esse dueto também nos possibilita um novo rumo de produção artística. Arun passeia entre os acordes da cultura popular brasileira acompanhado pela Camerata da Orquestra Contemporânea Flávio Fonseca, com sua sonoridade meditativa.

 

 

Mantra: